Ética com É maiúsculo x Liderança: O xeque-mate no jogo organizacional

EM UM REINO NÃO MUITO DISTANTE...

Em um reino não muito distante imperava um rei. Majestoso e cheio de vida, esbanjava saúde. O seu império era belo, águas límpidas, condados e gramíneas verdes, pomares vistosos e animais fortes. O reizinho ambicioso queria sempre mais; mais frutas na ceia, mais ouro e mais súditos. Eram servos-peões para ordenhar animais, servir a guarda, regar as flores, limpar o castelo, inclusive para higiene pessoal do rei.

Os comandados ali nada tinham, eram apenas escravos do infindável senhor do reino. Maltratados e estereotipados, eram sempre iguais, sem alteração de status, muito menos donos de algo. Como todo bom rei que se preze, existia uma rainha; linda e formosa que se fazia escudo e máscara para o seu digníssimo. Apesar de bem tratada era infeliz - ao contrário do rei que alimentava-se de todo aquele teatro chamado: “Império Aleatória-Mente”.

Existiam servidores de guarda, torres de bajulação e mesquinharias, eram humilhados pelas vestimentas obrigatórias em que se sujeitavam. Sem contar nos escravos bancados para a fé, arcebispos que detinham a flagelada prole para o Sol: o Rei. Os cavalos estavam atrás da linha de frente comandada pelos peões. Cavalos que em outrora seriam garbosos e cheios de saúde, mas no Império em que mentes eram comandas para os lucros de seu chefe maior, eram apenas “cavalos”.

O rei era um líder nato, detinha de total controle, sabia muito bem como comandar todos seus súditos, inclusive sua rainha-aliada. Estava sempre liderando as tropas, os peões para servir e arrecadar seus luxos e praticava a política da boa-vizinhança com os reis vizinhos, para assim fomentar todo o seu próprio umbigo, digo reino. Seria o mais perfeito líder. Seria.

O que mais lhe faltava não era a liderança, não era o comando, era a peça fundamental para o xeque-mate da vida: a Ética – o que lhe faltava aos montes. Peões, bispos, rainha e torres eram taxados como cavalos e escravos. O caráter e a figura de ser humano era esquecida, cortada pela guilhotina das ambições e autoridades do rei. A forca em que seus feudatários estavam prometidos comandava a falta de Ética do ser maior (não mais importante) do reino. Além da coroa, era necessário a cara.

A cara limpa para ser um líder. Comandar é atingir metas, é estar sempre pronto para solucionar os problemas do reino. Liderança é preparar objetivos atrelados ao bem-estar. Entre o poder e o resultado encontramos seres humanos, que face aos lideres merecem respeito. Respeito fundamental para determinar as sutilezas em que líder e comandados figuram em um cenário de objetivos.

Os lados da moeda convergem para o que um rei-líder deverá deter. A tirania não torna comandante em líder. A Ética sim. A Ética em saber como e quando usar armas de combates, em que instante praticar políticas, em que fragmento dar uma ordem (respeitando) e como aliar motivos de comando com moralidade. No nosso magnífico reino falta o fator fundamental para o suserano estar em seu trono de maneira honesta. Valores que norteiam um comportamento pautado pela ética encontram-se no jogo da vida, aliando a cara e a coroa para assim tornarmos lideres e não apenas monumentos. Nosso excelentíssimo rei estava programado para seu próprio xeque-mate, fim de um jogo em que poderia ser vitorioso do começo ao fim, com Ética e equidade de ações o rei seria o mais perfeito líder. Apenas seria.

L37RA5 e NÚM3R05

Algébricas numéricas aqui tanto faz
Faz hino, música, história e memória.
Só-letrando palavras em dígitos
O presente aqui sente o peso da responsabilidade

SE7E notas musicais

A misticidade dos números
A elasticidade das letras

RRRRRRRRRápidas assim
S......O......L......T......A......S então o que dizer?
Palavras são contadas através de tempos
Momentos!

II

O mistério do unicórnio azul

A mitologia mágica mencionou:

O bem. O beijo. O blush.

Quem duvidaria no instante da passagem?
A fantasia e a real-idade
O instante encontro das almas
Ali no canto da cabeceira sentado
Um mistério sendo desvendado.

O azul dava o nobre tom.
Na partitura: a nossa trilha sonora
A paz, a ordem e a harmonia
Sobreposição ciano/magenta
Seres compassos em melodia.

destino.com.br

Uma estrada e um equipamento
Cabos de conexão telepática
A sintonia e o desejo do futuro iluminado

E-mail
E-terno
E-special

A imensidão da areia tornou a seleção natural
Cada detalhe foi semeado para a construção,
O reino estava sendo montado:
Príncipe e princesa, rei e rainha, almas gêmeas

O coração é a moradia perfumada do amor.

Diagnóstico da felicidade

Atesto para os devidos fins a necessidade de medidas para a felicidade:

160 cm 97 páginas 1.461 dias 4 pilares

Conto de fadas:
O centro - Um princípe encantado

Sem mais para o momento.

TR³S

Apenas 3 (dias e palavras)

Mais do que nunca seremos um (bigo - ponto de equilíbrio)
O encontro das almas
Hoje o amor!

Em cada fogo
Em cada mudança de tom
Em cada pétala
Por todo canto eu e ela

O dia mais esperados de toda a minha vida.
hxm:
O conflito e a entrega
O cansaço e a trégua

Apenas 3

"Eu amo você"

A# (mor) Em (mim)

Um dia nos apresentam cifras ($) e notas (musicais)
As claves de sóis e fás - fa zem de um trovador compositor de versos.
Criar uma letra (A B C) e compor uma exatidão numérica harmonizam qualquer ser.

Ser-emos dúvidas, certezas e luz.
FÁ bricamo (s) onhos.
LÁ pidamo (s) orrrisos.

Estruturar!

EjOh & ErPmEs

Maiores ou menores, somos escalas.
Ser a primeira ou a oitava é passagem: nota-se!
SOL - lua- noite - dia - prosa - verso - LÁ é poesia.
O encanto que conto e canto é a casa da nossa melodia!!!

O amor prevalece

Noite vs Dia

Teórica passagem, metafórica imagem.
- Eu e você...

Ah!

Essa história está só começando.

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As palavras estão prontinhas para brincar e o jogo vai re-começar...

Quem sou eu?

Murilo Chiumento - Um Contador de números e letras. Poeta do infinito algébrico. Músico e compositor: versos e poesias sem fim.

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